sábado, 16 de fevereiro de 2013

Auto-ajuda.


  Sinto-me na obrigação de escrever livros de auto-ajuda para garotos e arotas gordas pararem de chorar pelo lixo de suas vidas, mas percebi que descrevo muito melhor a dor do que de fato o tratamento das mesmas. 
  Talvez seja um problema, talvez seja hábito, talvez seja algo negativo, talvez (pasme, Rhafael) há quem seja insensivel de tocar voluntariamente em assuntos que causam dor, há quem leve avida numa boa ao seu lado mesmo sabendo que isso causa dor também, ou acham que dor é brincadeira?
  Era mais feliz quando minha maior dor era fisica. Anyway, eu poderia ter sido um aborto, não contente, poderia ter morrido na infancia por uma bobagem e aqui estamos agora... Usando a dor como base em sua arte, descrevendo o amor a partir da dor que ele deixa ou da dor que a causa dele faz, descrevendo solidão, tirando gente de seus problemas, abraçand alguns, sendo enganado por outros, e jamais esquecendo de quem fez sentir qualquer tipo de dor, é o dom do rancor.
  Well... Vamos tomar chá com calmantes o suficiente para derrubar um boi e acordar fingindo que nã escrevi um teto deste tamanho pois tivemos um longo dia com muita gente achando que eu estou firme e forte como uma muralha e resolveu testar até onde meu coração vai antes de ter um infarto (mais 6 anos, assim espero).

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