quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Uma doce parada.


Minha caneta
minhas regras
nossos poemas
nossos sentimentos
nossos horizontes
nossos caminhos.

Para o que nos é certo
dizendo o que é prometido.

Promessas, promessas, promessas
De promessas morreu Prometeu
Promete então nessa mesa de bar?

O amor que é uma incógnita
será que será revelado 
nessa misteriosa mesa de bar?

Olha nos meus olhos
diz com um beijo que sim
apenas Let it Be

Apenas deixe ser o que o sentimento gritar.

Três pontos finais...
Uma retricência

Porque a inbcógnita grita em nossis ouvidos
deixando surdos nossos sentimentos.

Tão aqui;
tão ali;
tão na cara;
tão dificil.
Tão transparente
me faça enxergar

...

E ciente que poderia
foi lá e o fez!

Pois o sentimento grita o que há de mais profundo

Cinco seis ou dezenas de linhas de sentimentos
em tinta de caneta

A noite transparece o que sentimos
não há nada o que esconder da noite
a noite nos transforma

Ou trás a verdade a tona.
he... he... he...

Sempre agradável.

Ou esconder-se nas sombras com medo da realidade
tentando ter um lugar na noite

Quem disse que tem de ser na luz
para ser real.

O que há escondido nas estrelas?

A possibilidade de ser um buraco negro.
Ironico, vida e morte
no mesmo ser.
Tipo nós...
Só que com uma pontinha à mais de glamour.

O que apimenta mais o desejo de querer mais.

Queira, peça, pegue, seja!
É todo seu!

Querendo o que brilha mais forte que a luz do Sol.

...

Por: Rhafael de Oliveira e Audrey Scheiner.

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