domingo, 2 de junho de 2013

Sexo Verbal. Sacanagem não é o que fazemos na cama mas o que fazem com a gente.


O espetáculo é uma festa feita para o amor. Uma ex-prostituta é a anfitriã. Atores e público são os convidados. Os desejos e frustrações pairam acima de todos os personagens do espetáculo: o pseudo modernismo de uma mulher romântica, a falsa moral e a religião esbarrando nos desejos de um bissexual, o conservadorismo de um homossexual, a ingenuidade roubada de um jovem artista, num velho freguês a prostituta procura seu pai. Os desejos e segredos dos personagens são divididos em conversa direta com o público, ou ao pé do ouvido de um ou outro espectador, ou em um pensamento que escapa da mente do personagem, ou aos gritos, como num quadro de Munch.

SEXO VERBAL volta-se para o universo da sexualidade humana, estudando o discurso sexual, apoiando-se num saber narrativo que pressupõe palavras, imagens, rituais, fantasias, culto de todas as formas de expressão corporal. O universo literário de autores como Caio Fernando Abreu, Rodrigo Levino, Marcelino Freire, Hilda Hilst, Paula Taitelbaum, Tati Bernardi, Hilda Hilst, Adelaide Carraro, foi pesquisado - sob orientação de Marcus Aurélius Pimenta – para a criação do espetáculo.

Dramaturgia e Direção – Aurea Karpor
Elenco – Aurea Karpor, Leandro Caldarelli, Mariana Galeno, Rhafael de Oliveira, Rodrigo Costrov e Victor Poeta.

Figurinos – Victor Poeta

Cenário, Iluminação e Músicas - ProjetoBaZar

Orientação inicial de Pesquisa Literária: Marcus Aurélius Pimenta

Registro: Mariana Galeno e Leandro Caldarelli

Divulgação: Márcia Marques

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